Se sentir qualquer tipo de dor física, experimente dizer merda, se a dita não aliviar, continue a lista do mais vernáculo que conheça, até que a dor passe.
Tipo, está a pregar um prego, o martelo escapa e martela-lhe o dedo, o que é que normalmente diz????
Não, não acredito que diga: ai o meu dedinho!
Veja como é aqui.










14 comentários:
E vamos soltando o verbo! Mas é verdade.
Um beijo pra ti querida
Olá!
Ó valha-me Deus :=)))
eheheh
Beijocas
Soltar uns palavrões às vezes parece ajudar a descomprimir...
Beijos.
... e alivia o fígado, hehehehe
Beijinhos
Olá Carminda, gostei do post....
Beijos
ihihihihih
não serve de nada ( notícias sobre gripe A) mas é o must das notícias de verão... e não tarda chegamos aos 100 ... esquecem-se de dizer que os outros estão belos e fantásticos na sua vida normal...até já ando a ficar com saudades do funeral do Michael jackson , salvo seja... num dia destes , uma miúda num infantário, lá enumerava as regras para evitar a gripe e acrescentava encolhidinha " não podemos dar abraços!" ... isto parece normal a quem???
beijos e muitos abraços.
E só dizemos isto e passa??? eu de vez em quando tenho que dizer muitas vezes,tenho algumas dores,e actualmente? livra.
Beijinho
Por isso é que sabe tão bem dizer palavrões...
Estou mais descansada... se a comunidade cientifica diz que faz bem..., não me calarei!!!!
:)))
Abracinho
Eu que não fui habituada a dizer "asneiras" e era mais do que adulta quando conscientemente disse uma depois de me ter queimado no fogão ( a minh afalta de jeito), confirmo que aliviou... ehehe
beijinhos,carago!
:)))
Fooooooooooooooooo...!
Por alguma razão o marquês de Fronteira fala na dignidade do palavrão, não é?
Tudo de bom.
Confesso que para as dores de cabeça nunca experimentei, porque para essas bastava-me beber café.
Mas, actualmente, tenho sentido um certo alívio quando certos figurões nos entram pela casa dentro, via TV, e a minha costela minhota se revela.Olha, sem saber ando a praticar medicina alternativa. Boa.
Onde é que tu vais desencantar estas coisa?
Beijinhos.
Ao meu querer!
Dias noites, estações esquecidas
Inventei sonhos para sonhar
Lavei mágoas, dores perdidas
Uma árvore toca as águas da lagoa
O nevoeiro faz desenhos nas cumeeiras
Um Melro negro solta um pio ao acaso
A palavra quero-te diz-se de mil maneiras
Convido-te a ver a Cor da Claridade
Doce beijo
Enviar um comentário